"O intelectualismo isolado é como o luar, porque é uma luz sem calor, uma luz secundária refletida por um mundo morto. (...) a lua é completamente racional; a lua é mãe dos lunáticos, e a todos eles deu o seu nome." G. K. Chesterton
Mostrando postagens com marcador MEP. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MEP. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
José Genoino, Valdir Steuernagel e Robinson Cavalcanti - uma foto para a posteridade
A foto acima foi publicada na revista Ultimato em novembro de 1993.
Quando falarem de "Missão Integral", PT, "esquerda evangélica" e sandices afins, e apontarem as alianças espúrias entre essa horda, é bom ter uma certeza: sempre há mais coisas a se investigar.
Aí estão, petistas, o mensaleiro, vermelhos, e claro, mui, mas mui evangélicos, no II Fórum Nacional de Discussão e Entendimento entre Evangélicos e Partidos Progressistas.
Sempre com a cobertura da Ultimato, é claro. Assessoria de imprensa que se preza não perde um evento dos patrões. Tiete que é tiete não perde um aceno de seus ídolos.
(Foto recebida do Pr. Gustavo Abadie, via Facebook.)
Marcadores:
aborto,
esquerda,
evangélicos,
fascismo,
heresias,
ideologia,
liberalismo teológico,
materialismo,
MEP,
Missão Integral,
PT,
Revista Ultimato,
Robinson Cavalcanti,
secularismo,
socialismo
segunda-feira, 5 de março de 2007
O silêncio de Cavalcanti e sua trupe
Engraçado. Todos os evangélicos esquerdistas assumidos (oi, povo do MEP) e outros que incentivaram o apoio maciço da igreja evangélica brasileira ao PT andam tão quietinhos, não é mesmo? Depois dessa cartilha do governo petista incentivando adolescentes a beijar na boca e a fazer bom uso de camisinhas, não deram um pio, num silencio análogo ao da época em que o ministro petista Nilmário Miranda lançou a cartilha politicamente correta, uma das maiores investidas totalitárias e de controle psicológico das massas já perpetrada pelo governo na história política do Brasil.
Nem tudo, porém, os cala. Robson Cavalcanti fica todo alarmadinho quando vê o atual governo liberando verbas milionárias para passeatas gays e defendendo com unhas e dentes a agenda GLBT. Mas não é capaz de assumir, que, sendo um cientista político que até deputado pelo PT já foi, sabendo que o partido sempre foi pró-gay, pró-aborto, pró-eutanásia e pró-FARC´s, tem parte nisso tudo.
Hoje ele deixou de ser petista porque não acha o PT de esquerda o suficiente para ter seu apoio. Mas progressista nenhum deixa de dar seus brados quando é hora de pular do barco, de jogar os anéis para não perder os dedos. Faz parte do modus operandi dos socialistas. É claro que Cavalcanti fez isso como se também não estivesse presente no pacote vendido pela esquerda que ele, agora, considera a autêntica (daqui a meia-hora pode ser outra facção), a típica afronta a cada um dos enunciados cristãos que é da essência mesma do esquerdismo. Mas sobre ela Cavalcanti também silencia.
O problema maior é que, para Cavalcanti e asseclas não basta evidenciar a dissonância que há entre os princípios bíblicos e o socialismo. Não basta mostrar, na ponta do lápis, e com base histórica, a inviabilidade de regimes socialistas e de outros com pesado intervencionismo estatal na economia, que saem mais caros e só agravam o problema da pobreza. Também não basta evidenciar as raízes anticristãs das ideologias progressistas e os perfis, sempre variando entre o devasso e o homicida, de todos, (sim, todos) os grandes autores e heróis do progressismo/socialismo. “Pelos frutos, os conhecereis”, para eles, talvez não se encaixe aqui, tudo não deve passar de mera coincidência.
Quase cinco décadas de dominação gramsciana no Brasil, aliada a um provincianismo repleto de ressentimento e complexo de inferioridade em relação ao mundo desenvolvido, reduziram a caridade e o altruísmo cristão à mera práxis revolucionária. E pior, em apoio incondicional a terroristas treinados pelo regime cubano e seus respectivos lacaios e entusiastas, que, do PT, saltaram para os postos de chefia de várias instituições públicas do país. Sobre isso, tudo o que temos de boa parte dos evangélicos de esquerda também é silêncio.
O silêncio deles, porém não me desgosta totalmente. Na verdade, até prefiro-os bem quietinhos. Sem falar, sem escrever artigos, livros, sem aparecer na tevê e sem querer moldar a cosmovisão alheia. O silêncio deles, sim, evitará que a ação da Igreja se transforme em atividade legitimadora de ideologias mundanas e do governo do Anticristo, que, sem querer (assim espero), os evangélicos socialistas estão ajudando a construir.
Veja também:
Os evangélicos brasileiros e as causas do Anticristo e
A ONU começa a mostrar as suas garras
Nem tudo, porém, os cala. Robson Cavalcanti fica todo alarmadinho quando vê o atual governo liberando verbas milionárias para passeatas gays e defendendo com unhas e dentes a agenda GLBT. Mas não é capaz de assumir, que, sendo um cientista político que até deputado pelo PT já foi, sabendo que o partido sempre foi pró-gay, pró-aborto, pró-eutanásia e pró-FARC´s, tem parte nisso tudo.
Hoje ele deixou de ser petista porque não acha o PT de esquerda o suficiente para ter seu apoio. Mas progressista nenhum deixa de dar seus brados quando é hora de pular do barco, de jogar os anéis para não perder os dedos. Faz parte do modus operandi dos socialistas. É claro que Cavalcanti fez isso como se também não estivesse presente no pacote vendido pela esquerda que ele, agora, considera a autêntica (daqui a meia-hora pode ser outra facção), a típica afronta a cada um dos enunciados cristãos que é da essência mesma do esquerdismo. Mas sobre ela Cavalcanti também silencia.
O problema maior é que, para Cavalcanti e asseclas não basta evidenciar a dissonância que há entre os princípios bíblicos e o socialismo. Não basta mostrar, na ponta do lápis, e com base histórica, a inviabilidade de regimes socialistas e de outros com pesado intervencionismo estatal na economia, que saem mais caros e só agravam o problema da pobreza. Também não basta evidenciar as raízes anticristãs das ideologias progressistas e os perfis, sempre variando entre o devasso e o homicida, de todos, (sim, todos) os grandes autores e heróis do progressismo/socialismo. “Pelos frutos, os conhecereis”, para eles, talvez não se encaixe aqui, tudo não deve passar de mera coincidência.
Quase cinco décadas de dominação gramsciana no Brasil, aliada a um provincianismo repleto de ressentimento e complexo de inferioridade em relação ao mundo desenvolvido, reduziram a caridade e o altruísmo cristão à mera práxis revolucionária. E pior, em apoio incondicional a terroristas treinados pelo regime cubano e seus respectivos lacaios e entusiastas, que, do PT, saltaram para os postos de chefia de várias instituições públicas do país. Sobre isso, tudo o que temos de boa parte dos evangélicos de esquerda também é silêncio.
O silêncio deles, porém não me desgosta totalmente. Na verdade, até prefiro-os bem quietinhos. Sem falar, sem escrever artigos, livros, sem aparecer na tevê e sem querer moldar a cosmovisão alheia. O silêncio deles, sim, evitará que a ação da Igreja se transforme em atividade legitimadora de ideologias mundanas e do governo do Anticristo, que, sem querer (assim espero), os evangélicos socialistas estão ajudando a construir.
Veja também:
Os evangélicos brasileiros e as causas do Anticristo e
A ONU começa a mostrar as suas garras
Assinar:
Postagens (Atom)
