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sexta-feira, 28 de março de 2014

Mais-valia na “missão integral” e as manhas de Ariovaldo Ramos


Publicado no GospelPrime e no Mídia Sem Máscara.

É bom quando o culpado confessa o delito. Facilita o trabalho e reitera o valor e a veracidade de informações que divulguei, sob grossa nuvem de críticas baseadas na ignorância ou na mentira grosseira. Mais uma vez ele, Ariovaldo Ramos, ao vivo e a cores, fez o de sempre: inseriu teses seculares falsas na fé cristã. Admitindo que a “teologia” da “missão integral” (TMI) não faz uso do referencial teórico marxista, “apenas” (jamais esquecerei este “apenas”) da tese da mais-valia e da crítica ao capitalismo. Deu na Ultimato meses atrás.
Nesta quinta-feira (20), Ariovaldo Ramos publicou o mesmo texto em seu blog, justamente sem o trecho onde afirma isso e então enviou o link para o seu amigão de longa data Renato Vargens, que havia, antes tarde do que nunca, falado algo contra a TMI. Entendeu com quem estamos lidando? É assim que o “Ari” trata de questões espirituais e intelectuais com quem considera seu amigo.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

José Genoino, Valdir Steuernagel e Robinson Cavalcanti - uma foto para a posteridade



A foto acima foi publicada na revista Ultimato em novembro de 1993.

Quando falarem de "Missão Integral", PT, "esquerda evangélica" e sandices afins, e apontarem as alianças espúrias entre essa horda, é bom ter uma certeza: sempre há mais coisas a se investigar.

Aí estão, petistas, o mensaleiro, vermelhos, e claro, mui, mas mui evangélicos, no II Fórum Nacional de Discussão e Entendimento entre Evangélicos e Partidos Progressistas.

Sempre com a cobertura da Ultimato, é claro. Assessoria de imprensa que se preza não perde um evento dos patrões. Tiete que é tiete não perde um aceno de seus ídolos.


(Foto recebida do Pr. Gustavo Abadie, via Facebook.)

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Os sofismas da “fé” pós-moderna


Desde os filósofos pré-socráticos se fala nas limitações do conhecimento humano. Mas o Jorge Camargo, que nada entende de Teoria do Conhecimento, endossa o parecer errado do Brian McLaren: “A pós-modernidade não relativiza o que é absoluto. Apenas admite que, diante do absoluto, nossas interpretações serão sempre relativas!” Que Brian McLaren não entende nada de cristianismo, eu já sabia. A novidade aí está: ele também não sabe nada da filosofia (se é que pode ser assim chamada) dita pós-moderna. Quem conhece minimamente a obra de um baluarte do pós-modernismo como Michel Foucault sabe que para ele a verdade é apenas um discurso de poder, é a fala dos mais poderosos, que criam um “regime de verdade”.

Outro ícone dessa turba da sofistas, Jacques Derrida, afirmava que nenhum texto tem sentido objetivo, unívoco, e nele não há sentido absoluto capaz de transcender e ter o mesmo significado em contextos culturais distintos. Não é preciso pensar muito e aplicar esse método hermenêutico aos próprios postulados de Derrida e notar que estes sim, não fazem o menor sentido.

Portanto, chamar esse tipo de asneira com o pomposo nome de “filosofia pós-moderna” é coisa de caipirões que consideram Brian McLaren referência para alguma coisa, como Jorge Camargo e René Padilla, o “pai” da tal “Missão Integral”, que nas primeiras páginas do seu livro “O que é Missão Integral?” cita McLaren. Por aí se vê as intenções de Padilla. Ou alguém aí pensa que está comprometido com a pureza do Evangelho um autor que cita (sem ressalvas) alguém que não vê a cruz de Cristo como o sacrifício expiatório definitivo para a salvação daquele que crê, mas sim como “propaganda enganosa” da fé cristã, e nem acredita na existência do inferno? É o caso de McLaren. Pense comigo: além das Sagradas Escrituras, inerrantes, infalíveis e suficientes, temos dois milênios de história do cristianismo, com seus mártires, heróis, teólogos, filósofos e pregadores apaixonados. E essas figuras escolhem justamente Brian McLaren para falar de fé, da igreja, e outros assuntos.

Sempre lembrando que Foucault e Derrida são ídolos da esquerda acadêmica. E a versão “gospel” do seus lacaios aí estão, com seus artigos na revista Ultimato.

Aí vem o Élben L. Cezar com aquele chororô: “a revista não flerta com o liberalismo teológico” e “não, a Ultimato não é de esquerda”. Esse povo tem uma dificuldade em se assumir... Porém, por mais que não sejam muito chegados no princípio epistemológico da não-contradição, a Bíblia é clara: “Seja seu sim, sim, e seu não, não, e o que passar disso, vem do maligno”. Para o esquerdistas e pós-modernos, isso é puro diletantismo, pura coerção. Para os que crêem na Palavra, ela é o poder de Deus.

Finalizo com vídeo com Brian McLaren se enlameando em heresias (em inglês). Não sem deixar um breve recado do apóstolo João, direto da Bíblia:

Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo. Olhai por vós mesmos, para que não percamos o que temos ganho, antes recebamos o inteiro galardão.Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho.
2 João 1:7,8,9.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

O vermelho e o negro

Tenho tentado evitar escrever sobre as asneiras e idéias criminosas da esquerda e da versão gospel de seus cúmplices: os tais "evangélicos progressistas", "cristão de esquerda", "socialistas cristãos" e afins. Quem se alinha com terroristas, narcotraficantes, teóricos e escritores que legitimam o uso da violência, da falsificação histórica, da segregação classista, do aborto e das matanças institucionalizadas que alguns paspalhos ainda teimam em dizer que "aquilo não é o socialismo real", será o quê, senão cúmplice?

Pois bem, novamente vou eu escrever sobre essa gente. A resenha do romance Le Rouge et le Noir, de Stendhal, fica para outro dia, até porque, ao contrário de muitos de nossos sabidões da nossa mídia anticristã, não escrevo sobre o que desconheço. Mas conheço bem esquerdistas e politicamente corretos, e alguns desses agora me aparecem afirmando que "os negros evangélicos" (sim, eles gostam de falar por todos, pelo povo, por mais que você, amigo negro, não os subscreva. "Democráticos", não?) EXIGEM um "pedido de perdão por parte das igrejas históricas". E claro que a revista Ultimato prontamente se fez de megafone para a ladainha dos ressentidos. Jesus mandou seus discípulos perdoarem 490 vezes o irmão ofensor num único dia. Já a “esquerda evangélica” prefere desenterrar agressões de mais de um século atrás e chegar ao limite ridículo e vulgar da sanha acusadora e auto-vitimizatória: exigir um pedido de perdão daqueles que são, em grande parte, os responsáveis pela libertação de suas próprias vidas de uma escravidão muito pior: a do pecado, a das trevas, a do príncipe deste mundo, Satanás.

É lógico que deve haver negros evangélicos que caem nessa lorota que só serve para jogar irmãos contra irmãos, e, com o frisson gerado, enfiar outras tantas esquerdices na cabeça dos evangélicos brasileiros. Burrice não tem cor nem preferência por quantidades específicas de melanina. A esses eu recomendaria a leitura de artigos dos negros Walter Williams e de Thomas Sowell, que, não sendo evangélico, sabe dos estragos causados pela agenda politicamente correta e o quanto é descabido o clichê "a culpa é do homem branco".

Graças à hegemonia cultural conquistada pelos fãs de Fidel, Lênin e Guevara no Brasil, os evangélicos brasileiros têm cada vez mais dificuldades em pensar em política e cultura em termos bíblicos e livres de ranços ditos "progressistas". Se a igreja brasileira não despertar e não se posicionar, não só continuará vendo alguns de seus segmentos serem feitos de idiotas por parte de inimigos declarados da fé cristã, como acabará por ver-se reduzida à irrelevância cultural, política e espiritual: o objetivo confesso de teóricos comunistas como Antonio Gramsci, mentor da estratégia da revolução cultural, e Giörgy Lukacs, que via a cosmovisão judaico-cristã como o principal obstáculo ao sucesso de sua mórbida ideologia.

A corrupção e a apostasia começam pelos detalhes, pelos aspectos considerados periféricos, pelos "pontos menores". Mas o desgaste que a infiltração esquerdista já gerou à igreja brasileira, sobretudo no que concerne ao zelo pela "sã doutrina", é de difícil mensuração, por ser gigantesco. Que o Senhor levante, em todos os cantos desse Brasil de muitas misturas, homens e mulheres prontos a desmascarar essas ideologias diabólicas forjadas por racistas confessos como Karl Marx, e reafirmem com toda a coragem que "em Cristo, não há bárbaro ou cita, judeu ou grego, circunciso ou incircunciso, mas Cristo é tudo em todos".