"O intelectualismo isolado é como o luar, porque é uma luz sem calor, uma luz secundária refletida por um mundo morto. (...) a lua é completamente racional; a lua é mãe dos lunáticos, e a todos eles deu o seu nome." G. K. Chesterton
domingo, 21 de outubro de 2012
Um totalitarismo hi-tech?
O filósofo francês Louis Lavelle, comentando as descobertas científicas de Max Plank, Werner Heisenberg, Einstein, Louis de Broglie e outros, em meados da década de 30 na revista Le Temps, observava que com os avanços na pesquisa sub-atômica, a nova física que surgia apontava para fenômenos completamente distintos do que até então se conhecia, o que causou muitas surpresas. Lavelle percebia que, mesmo diante de novidades desconcertantes, “a ciência provoca no espírito uma espécie de embriaguez”, parecendo colocar nas mãos do homem parte do poder criador, por ser “uma arma prodigiosa, cujo valor depende do uso que se fizer dela”. Por este motivo, Lavelle constatava que, por outro lado, tudo isso produzia “certo calafrio mesmo naqueles que mais a admiram e amam”.
Lavelle apontou para questões relativas à imagem que a ciência fazia de si mesma, do próprio mundo material que é seu objeto de investigação, e as implicações de questões como essas para o espírito humano. “A ciência não busca mais nos dar uma imagem das coisas. Ela as transforma e multiplica”.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Três motivos para detestar ideologias
Nicolás Gómez Dávila
A chamada guerra cultural é um fato latente de nosso tempo que nenhum cristão maduro pode deixar de levar em conta se almeja entender os atuas fenômenos culturais e políticos. O termo “disputa por corações e mentes” remete a Guerra Fria, mais ainda serve para evocar uma realidade que se tornou nas últimas duas décadas ainda mais complexa do que aquela em que apenas dois pólos se opunham. Intelectuais agindo em redes organizadas, próximos ao centros de poder e de divulgação de informações para as massas têm definido não só os temas a serem debatidos, mas principalmente os termos nos quais se deve-se debater questões políticos e culturais decisivas.
O boicote e as ameaças que cientistas que se recusaram endossar a tese do “aquecimento global” sofreram são provas claras que certos grupos não descartam recorrer à chantagem e a métodos escusos para modelar, mais do que a opinião pública por alguns meses, o imaginário coletivo por décadas.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Do filistinismo imperante e suas consequências
“Muitos pais não percebem, mas seus filhos se tornaram idiotas”. A frase é de Ziraldo, um dos grandes beneficiários do Bolsa-Terrorista dado pelo governo dos mensaleiros a seus velhos parceiros de guerrilha e agitação revolucionária nas décadas de 60 e 70. Eis uma celebridade da 22ª Bienal do Livro de São Paulo, alguém visto como referência para a educação das crianças, e que, muito à vontade, denuncia o “‘emburrecimento’ endêmico da sociedade”. A expressão é do repórter do Uol.
Ziraldo parece se enganar, mas na verdade apenas se esquiva. Não são apenas os filhos os idiotas. A idiotização começou antes. Foi na geração dele, nesta da qual é ícone. Idiotizados estão os pais que veem em Ziraldo alguém apto a falar sobre educação. Até entendo que ele não goste do UFC, mas seu comentário, comparando um momento de “ground and pound” com uma cena de sexo reflete o quão vulgar, rasteiro e superficial tem se tornado o debate sobre cultura e educação neste país. Qualquer bárbaro bêbado, em qualquer rude taverna, faria exatamente a mesma comparação.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Perguntas rápidas para ateus e secularistas sensatos
Buscar-me-eis e achareis quando me buscarem de todo o coração.
Jr. 29:13
Nada nas ciências prova a impossibilidade da ocorrência de milagres. Muito bem. Então por que o ceticismo diante dos inúmeros relatos de milagres? Não passam de relatos? Ok. E as conclusões da ciência, não são baseadas nos relatos das experiências? Por que crer nos relatos inusitados de uns poucos cientistas e não crer em milhares de depoimentos que fortalecem-se uns aos outros ao longo de séculos?
Muitos secularistas atribuem as mais diversas motivações psicológicas para a crença em Deus. Principalmente para a crença no Deus dos cristãos, que, segundo estes, é bom, justo, e ao fim da história humana, eliminará o mal para sempre. Você tem certeza que para o ateísmo não há nenhuma motivação psicológica reconfortante, como por exemplo, a crença de que ao fim de sua vida terrena você simplesmente deixará de existir e não terá que prestar contas a nenhum Ser Superior que tudo sabe sobre você é que é perfeitamente justo e santo?
sábado, 23 de junho de 2012
Rio+20: besteirol totalitário e anticristão
“Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão.”
Salmo 127:3
“O homem não é mais importante que qualquer outra espécie… Pode ser que nossa extinção conserte as coisas”.
David Foreman, porta-voz da Ong ‘Earth First!’
Uma das grandes palhaçadas desta Rio+20, além da insistência na tese furada do “aquecimento global” por conta do melancia-mor Gorbachev e sua trupe, foi a conclamação, da parte dos integrantes de 105 academias de ciência (ligadas à IAP), para que chefes de estado presentes ao evento elaborem um plano mundial para a diminuição da população do planeta. Para lá de duvidosa no que diz respeito às suas intenções e fundamentação científica, e sabendo que o Clube de Roma já fazia previsões escabrosas na década de 70 e nada se cumpriu, a proposta lembra-me os mandamentos secularistas das Pedras da Geórgia, monumento de autoria misteriosa (um tal R. C. Christian, pseudônimo) que nem por isso deixa de ter seus postulados defendidos por celebridades e no qual há notórias correlações com seitas pagãs e orientais. De acordo com o próprio monumento, foi erigido com o patrocínio de “um pequeno grupo de americanos que segue ‘a idade da Razão’”.
segunda-feira, 2 de março de 2009
150 anos de “A Origem das Espécies”. Comemorar o quê?
Sim, no imaginário coletivo, a força do evolucionismo é grande. Muita gente ainda confunde acreditar em dinossauros com acreditar que uma ameba virou macaco, e o macaco virou homem. É entre os leigos que eles desfrutam de outro triunfo, mais fácil de desmascarar, contudo: fizeram o povo pensar que há um problema grave com o fato de uma teoria científica, como é o caso de sua principal “rival”, o criacionismo, ter inspiração religiosa. Mas não há nenhum problema real de ordem científica nisso, e, na verdade, o mesmo se aplica ao evolucionismo: Darwin apenas deu uma roupagem ateísta e científica a uma velha crendice gnóstica (o que Marx fez com o socialismo, que muito antes dele já inspirava as conversas de velhos círculos ocultistas, teosóficos e espíritas europeus. Acorde para a vida, “esquerda cristã” ignorante!).
Para piorar, autores como Richard Dawkins, querendo transformar a teoria em fato e chegando a conclusões grosseiras por meio de argumentos pseudo-filosóficos que beiram a infantilidade intelectual (vejam o que tem a dizer Alvin Plantinga, Alister McGrath ou William Lane Craig a respeito), envergonham e descredibilizam ainda mais o representantes sérios do evolucionismo. “Não me confunda com ele”, disse um cientista ateu para McGrath.
Para a humanidade em geral também, nada a comemorar. O evolucionismo contribui para dar ares de cientificidade ao racismo. E aí estão os textos de Darwin e de discípulos seus como Haekel e Huxsley. Também transformou em “verdade científica” o que há de mais irracional: algumas das piores ideologias. Estas, por definição, desprezam a mediação empírica com a realidade. Como negar o apoio da teoria da evolução ao socialismo, esse monstro que gerou mentalidades, governos e outras instituições genocidas? Como negar as ligações entre o nazismo e essa teoria, além do fato do nazismo nada mais ser do que uma derivação nacionalista alemã do socialismo?
Também não há como negar que, mesmo tendo origens no gnosticismo, a teoria da evolução foi talvez a principal causadora da cisão entre a ciência e a fé na mentalidade moderna. Não foram poucos os que perderam a fé graças a essa falsa dicotomia, que, mesmo em muitos dos mais inteligentemente espirituais, reduziu suas certezas a um fideísmo (usar a razão para afirmar, sobre a fé, que fé e razão não se misturam) tosco que emburreceu as massas, e jogou o homem moderno num vácuo espiritual e num labirinto cognitivo do qual grandes contingentes de cristãos ainda têm dificuldade em encontrar a saída.
Leia também Cientificismo no ar: a nova ordem da ignorância mundial
sábado, 8 de setembro de 2007
Cientificismo no ar: a nova ordem da ignorância mundial
O cientificismo permanece até hoje como um dos poderosos movimentos gnósticos na sociedade ocidental; e o orgulho imanentista na ciência é tão forte que até mesmo os ramos especiais da ciência deixam sedimentos tangíveis nas variantes da salvação através da física, da economia, da sociologia, da biologia e da psicologia.
Eric Voegelin
Na edição de Veja desta semana, na matéria “Graças a Deus – não a Darwin”, o jornalista Marcos Todeschini, finalizando matéria na qual escolas adventistas eram criticadas por ensinarem o criacionismo, não se conteve: “Falta ainda a essas escolas, no entanto, entender que o criacionismo foi superado pela ciência há mais de um século.” E a naturalidade com que William Bonner anunciou a descoberta de nove dentes de gorila na Etiópia como um “elo perdido” na “cadeia evolutiva” do homo sapiens escandaliza apenas aqueles que ainda não se acostumaram com o amontoado de lorotas cientificistas divulgado todos os dias por diversos veículos de comunicação, especializados ou não. Quem viu a chamada do Jornal Nacional no dia 22 de agosto e está minimamente a par do debate notou: Bonner fez tudo o que Richard Dawkins manda: tratou a evolução como um fato, e não como uma especulação teórica.
Parece que não basta mais à Rede Globo soar ridícula no Fantástico. O Jornal Nacional também deve fazer sua parte. A editora Abril, por sua vez, ao permitir que bobagens como as de Todeschini e as da revista Superinteressante sejam publicadas, não fica atrás em matéria de caipirice.
Se, por um lado, o que se vê na mídia de massa sobre ciência nada mais é do que a afirmação de enunciados muito contestados, como os da datação geralmente aceita (DGA) para a idade do planeta e para o período em que viveram seres hoje extintos, por outro, teorias e fatos comprovados que põem em cheque a fé cientificista são simplesmente ignorados. Nunca se comenta, quando se fala em evolucionismo, afirmações como a do eminente defensor da evolução Stephen Jay Gould de que as “árvores evolutivas que enfeitam nossos livros só têm dados nas pontas e nos nós de seus galhos; o resto é dedução, por mais que razoável que seja, não evidência de fósseis”. Porém, mal se descobre uma ossada, e já se ouve a expressão “elo perdido” - falácia que pressupõe uma linha evolutiva com algumas lacunas, quando na verdade tais linhas sequer existem, como confessa Gould.
Diante disso, pode-se concluir: a modelagem do imaginário coletivo em direção ao agnosticismo e à descrença na religião revelada está em estado tão avançado que tratar uma dessas teorias como fato passou a ser um procedimento automático. E pior: confere ao seu emissor a pecha de “esclarecido”, palavra que, nesse contexto, define o crente no velho mito da luta entre religião e ciência, uma das maiores e mais daninhas farsas da história do pensamento ocidental, cujo resultado trágico ainda não pode ser mensurado, mas que em Dostoiévski já era possível detectar sua natureza macabra: “se Deus não existe, tudo é permitido”.
Interessante é que se você perguntar a um desses “esclarecidos” da mídia de massa o que é ciência, é quase certo que ele não saberá responder ou falará asneira. Quanto a isso, o físico escocês James Clerk Maxwell já alertava: “uma das provas mais difíceis para uma mente científica é conhecer os limites do método científico”. Se para tais mentes há essa dificuldade, imagine entre pitaqueiros profissionais, nerds e bobocas diplomados pelo... MEC. Assim fica fácil entender como a redução da pesquisa científica a uma ideologia burra e teofóbica vai ao ar e faz a cabeça da já confusa patuléia telespectadora. Para piorar, o fato é que faz parte do jogo dos cientificistas omitir o significado preciso do que seja ciência – a pesquisa experimental materialista, na definição concisa e certeira de Olavo de Carvalho. Logo, não será na grande mídia que o cidadão comum aprenderá certos conceitos fundamentais sobre a ciência, e tampouco conhecerá as teorias, descobertas e fatos que não só confrontam, mas que em muitos casos destroem na base a maior parte das presunções cientificistas.
Portanto, vale enumerar alguns conceitos e informações que a mídia cientificista omite do grande público.
Sobre o que a ciência pode falar ou não:
A pesquisa experimental materialista - mais conhecida como “ciência empírica” ou “ciências operacionais” - é, de acordo com Gene Calahan, “a tentativa de abstração dos dados experimentais na obtenção de uma relação mecânica universal entre as quantidades mensuráveis”. Não pode reduzir os fenômenos às suas relações mecânicas, nem falar do que algo realmente é. Muito menos afirmar sobre o que é certo ou errado do ponto de vista moral, como muitos que tentam embasar premissas éticas relativistas na Teoria do Caos, no Princípio da Indeterminação de Heisenberg ou na Teoria da Relatividade de Einstein com interpretações forçadas.
A ciência das origens, que investiga a origem, o início e por quais processos o universo teria passado para ser como é, não se enquadra como empírica, e sim como ciência forense, com princípios, regras e métodos diferentes de investigação, pois não lida com aspectos quantitativos e repetíveis, e sim com eventos singulares do passado.
Nenhum conhecimento dessa ordem tem caráter definitivo, e suas premissas, alicerces epistemológicos e conclusões devem passar sempre por um crivo filosófico rigoroso.
Sobre a DGA:
O apego à Datação Geralmente Aceita pelos cientificistas, sobretudo por parte de darwinistas, advém do fato que milhões de anos são uma condição necessária para a macroevolução. Mas para se endossar a DGA é preciso ter confiança cega em três coisas quais não há como provar: (1) que é possível saber as condições originais do artefato que terá sua idade medida – o quanto o mar tinha de sal, ou se isótopos de chumbo não existiam no princípio, por exemplo; (2) que não houve contaminações na amostra, capazes de alterar a taxa de decomposição; e (3) que a taxa de decomposição ao longo dos séculos foi exatamente a mesma.
Do contrário, a data resultante estará errada.
Sobre a natureza religiosa da formulação darwinista
Não há problema algum numa teoria por ter uma fonte inspiracional religiosa. O que uma teoria dita científica precisa ter é apoio científico possível ou real. Tal como o criacionismo, inspirado no Gênesis bíblico, o mito da evolução era uma antiga crença gnóstica que só por meio de Charles Darwin tornou-se hipótese científica, e como mito gnóstico é que grande parte de sua força pode ser explicada. Os tradicionais ataques à fé cristã perpetrados por darwinistas não passam de uma conseqüência natural desse fato, para quem conhece minimamente a história do gnosticismo na cultura ocidental e sua transmutação moderna nas mais variadas ideologias. Não é à toa que cientificismo, marxismo e nazismo sempre partilharam das teses evolucionistas e da fúria contra o legado cultural judaico-cristão.
Sobre teorias alternativas ao evolucionismo, como a do Design Inteligente:
Pouco espaço se dá na mídia de massa aos defensores da Teoria do Design Inteligente (TDI). Três são os motivos: as severas objeções às teses evolucionistas, o fato das suas especulações favorecerem o teísmo e a associação indevida da TDI com o criacionismo.
EM TEMPO: Nem o evolucionismo, nem o criacionismo, nem a TDI, como hipóteses científicas, poderão um dia provar que estão certas, não só pelas próprias limitações do método científico, como por objeções sérias de ordem filosófica: observar o mundo criado e pensar num Criador por analogia é válido. Já tentar provar a existência de Deus, ou do "Designer Inteligente", em laboratório, esquadrinhando fragmentos da criação é ridículo, pois a causa, o propósito e o sentido das coisas criadas estão sempre além delas mesmas. Nem se nega a existência e a necessidade dEle pela presença de combinações naturais bem-sucedidas que supostamente O descartariam. E quantas dessas combinações seriam necessárias para termos uma palmeira, uma ameba ou um elefante? A tese evolucionista esbarra no problema das séries infinitas, e para superá-la deve se ter uma capacidade equivalente a de dizer quantos pontos há numa reta.
Sobre evidências históricas e arqueológicas da veracidade dos relatos bíblicos:
Afirma Nelson Glueck em seu Rivers in the Desert: “nenhuma descoberta arqueológica jamais contradisse uma referência bíblica. Várias descobertas arqueológicas foram feitas que confirmam de forma geral ou em detalhes exatos as afirmações históricas na Bíblia.”
A confirmação de relatos bíblicos por fontes não cristãs, sobretudo sobre a vida de Cristo, também são abundantes, mas, entre fatos históricos comprovados e teorias capengas, a mídia cientificista prefere sempre produzir documentários sobre essas últimas.
Sobre o Princípio Antrópico:
Para que a vida na Terra fosse possível, no momento do big-bang uma série de fatores deveriam estar presentes, e estavam, diz o Princípio Antrópico. Divulgado tal postulado, o fortalecimento da crença em Deus como causa planejadora do universo pode ser tão grande nas massas quanto tem sido entre os mais eminentes cientistas, e isso a mídia não quer. Como diz o filósofo Peter Kreeft, “existem, relativamente, poucos ateus entre neurologistas, neurocirurgiões e astrofísicos, mas muitos entre psicólogos, sociólogos e historiadores. A razão parece óbvia: os primeiros estudam o design divino, e os últimos estudam o undesign humano.”
Sobre as leis da termodinâmica:
As duas primeiras leis (há uma lei “zero” que versa sobre a temperatura como propriedade de equilíbrio) da termodinâmica afirmam que: (1) a quantidade de energia real no universo prevalece constante e (2) a quantidade de energia utilizável está diminuindo, o universo tende à entropia, ao “desgaste”. Essa segunda lei tem uma implicação séria: o que se desgasta não pode ser eterno, logo, teve um início, uma Causa: Deus.
Perguntar não ofende
Por que teorias e postulados que favorecem especulações materialistóides, sempre com as insinuações anti-religiosas de praxe são tão divulgadas na mídia de massa e outras, que, se comprovadas (quando isso é possível) prensariam ateus e cientificistas contra a parede, simplesmente parecem inexistir? Há quanto tempo não se vê nas grandes redes de comunicação, nas revistas de grande circulação e na imprensa especializada tais temas sendo tratados?
Só uma bem articulada estratégia de promoção da ignorância cientificista auxiliada por jornalistas esquerdômanos anticristãos não explica a questão, se não se falar nos mentores do fenômeno. A crescente concentração do poder midiático nas mãos de grupos de planejadores mundiais bilionários, aliançados com a ONU, onde impera o gnosticismo, parece ser a explicação mais plausível para a disseminação sistemática da ideologia cientificista. E nem falo aqui da omissão criminosa da divulgação dos inúmeros pareceres científicos contrários ao discurso ecofascista, como o dos 17 mil cientistas que assinaram a Petição do Oregon, ou de especialistas eminentes como Paul Lindzen e Claude Allegre.
“A ignorância é a maior multinacional do mundo”, dizia o velho Paulo Francis. Qual será o tamanho dela no futuro, quando um mega-truste dessas proporções age sem parar, com todos os recursos ao seu dispor, ávido por dominar o planeta?




