"O intelectualismo isolado é como o luar, porque é uma luz sem calor, uma luz secundária refletida por um mundo morto. (...) a lua é completamente racional; a lua é mãe dos lunáticos, e a todos eles deu o seu nome." G. K. Chesterton
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Estes bárbaros
Estes bárbaros desfrutam hoje da hegemonia cultural, que se traduz em votos. Tudo o que atacam parece fazer cada vez menos sentido na cultura que persistem em tentar remodelar. A sacralidade da vida? Não! Nas velhas eras pagãs, valia a lei do mais forte, ou o desejo dos líderes. Sexualidade saudável, dentro da família? Não! No mundo antigo, tudo se resumia a penetrador e penetrado. E gritam: “somos a vanguarda, num novo ‘momento histórico’”. Mas o que promovem mesmo é o retorno aos velhos tempos pagãos pré-cristãos.
Estes bárbaros desprezam a individualidade da pessoa, bem como seu valor intrínseco. Nivelando todos os valores, dizendo que são todos subjetivos, querem mesmo é que César diga o que é certo ou errado. O resto não passa de “constructo social”. Da suprema blasfêmia a essa paganismo segue um trecho: “Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens sejam criados de modo igual e providos pelo Criador de certos direitos inalienáveis; entre eles, a vida, a liberdade e busca da felicidade”.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
A nova Geni
terça-feira, 9 de outubro de 2012
O globalismo ocidental e o “espírito crítico”
Com poucas exceções, quase tudo do que se entende hoje como “terceiro setor” foi criado justamente para dar legitimidade pública a esse plano. Adornando-se com atuação filantrópica doutrinadora, as ONG’s aliançadas nessa rede disseminam slogans e “significantes vazios”, termos-chave usados justamente para criar demandas públicas, e dar ares de cientificidade, relevância, e nobreza de intenções para táticas específicas de modelagem cultural, social, e, por fim, jurídicas e políticas. Sempre conforme requeira o momento, sob a ótica da estratégia de dominação cultural, como explicou o teórico comunista Ernesto Laclau, inventor do truque manipulatório.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Três motivos para detestar ideologias
Nicolás Gómez Dávila
A chamada guerra cultural é um fato latente de nosso tempo que nenhum cristão maduro pode deixar de levar em conta se almeja entender os atuas fenômenos culturais e políticos. O termo “disputa por corações e mentes” remete a Guerra Fria, mais ainda serve para evocar uma realidade que se tornou nas últimas duas décadas ainda mais complexa do que aquela em que apenas dois pólos se opunham. Intelectuais agindo em redes organizadas, próximos ao centros de poder e de divulgação de informações para as massas têm definido não só os temas a serem debatidos, mas principalmente os termos nos quais se deve-se debater questões políticos e culturais decisivas.
O boicote e as ameaças que cientistas que se recusaram endossar a tese do “aquecimento global” sofreram são provas claras que certos grupos não descartam recorrer à chantagem e a métodos escusos para modelar, mais do que a opinião pública por alguns meses, o imaginário coletivo por décadas.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Marina Silva na Rio +20: símbolo de uma tragédia
“Revolução não é apenas a conquista violenta do poder. Revolução é toda a aceleração política que arrasta um povo para um processo que não domina nem compreende. E a força das revoluções provém menos da violência, que do caos e da opacidade que as acompanham, e que faz perder o sentido dos valores e das proporções, instaurando a desorientação e dispondo a população a aceitar, em nome da segurança, quaisquer exigências dos novos poderes.” (Em ‘Revolução’, Euronotícias, 27/04/2001. Reproduzido no site de Olavo de Carvalho).
Quando Marta Suplicy criticou a atuação da Igreja Católica, que, apoiada por delegações de diversos outros países, obteve êxito ao excluir termos como “direitos reprodutivos” e “saúde reprodutiva” (leia-se aborto, na novilíngua do globalismo ocidental) do texto final da Rio +20, a última pessoa que imaginei que poderia abrir a boca para se opor à posição sempre abortista, sempre gayzista, sempre feminista e sempre errada da senadora petista foi Marina Silva. Acertei. Nada! Como diz minha amiga jornalista Graça Salgueiro, “de onde menos se espera, é que não sai nada mesmo”.
sábado, 23 de junho de 2012
Rio+20: besteirol totalitário e anticristão
“Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão.”
Salmo 127:3
“O homem não é mais importante que qualquer outra espécie… Pode ser que nossa extinção conserte as coisas”.
David Foreman, porta-voz da Ong ‘Earth First!’
Uma das grandes palhaçadas desta Rio+20, além da insistência na tese furada do “aquecimento global” por conta do melancia-mor Gorbachev e sua trupe, foi a conclamação, da parte dos integrantes de 105 academias de ciência (ligadas à IAP), para que chefes de estado presentes ao evento elaborem um plano mundial para a diminuição da população do planeta. Para lá de duvidosa no que diz respeito às suas intenções e fundamentação científica, e sabendo que o Clube de Roma já fazia previsões escabrosas na década de 70 e nada se cumpriu, a proposta lembra-me os mandamentos secularistas das Pedras da Geórgia, monumento de autoria misteriosa (um tal R. C. Christian, pseudônimo) que nem por isso deixa de ter seus postulados defendidos por celebridades e no qual há notórias correlações com seitas pagãs e orientais. De acordo com o próprio monumento, foi erigido com o patrocínio de “um pequeno grupo de americanos que segue ‘a idade da Razão’”.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Brasil: dos eleitos e seus eleitores

Temos aí o governo do PT. Os eleitos. Vamos lá:
(1) Começando por algo de mais recente: Carlos Marighella é o novo herói nacional, segundo o PT.Vamos a um trecho da sua obra “intelectual”:
"os modelos de ação que o guerrilheiro urbano pode realizar são os seguintes:
a. assaltos
b. invasões
c. ocupações
d. emboscadas
e. táticas de rua
f. greves e interrupções de trabalho
g. deserções, desvios, tomas, expropriações de armas, munições e explosivos
h. libertação de prisioneiros
i. execuções
j. seqüestros
l. sabotagem
m. terrorismo
n. propaganda armada
o. guerra de nervos"
(do Mini-Manual do Guerrilheiro Urbano, cap. 9)
terça-feira, 26 de abril de 2011
Teologia “cristã” ou mera tática de corrosão cultural?
Rob Bell, ícone da chamada “igreja emergente”, lança um novo livro, intitulado Love Wins, afirmando que, no fim das contas, o “amor vence, Deus é bom demais e esse papo de inferno não é bem assim”. Previsivelmente, ressurge o debate.
Não, meus caros, eles não querem provar que sua doutrina é a correta. No fundo, sabem que estão grotescamente errados. Ou alguém aí quer algo mais literal e contundente nos Evangelhos do que as afirmações do próprio Senhor Jesus sobre a realidade do inferno? Francamente, não posso acreditar que há pessoas que vejam Rob Bell e seu amigo Brian McLaren como pessoas desprovidas de cultura teológica, que nunca leram uma sequer das muitas e contundentes refutações, algumas delas escritas há séculos, a essa pataquada chamada universalismo soteriológico.
Descartada a hipótese da tosquice doutrinária, até porque McLaren e Bell ainda evocam conhecimento filosófico (bem, evocam o desconstrucionismo “pós-moderno”...), é claro que Bell, com a bem estruturada estratégia midiática que usa, sabia de antemão do impacto que Love Wins iria provocar. O reaquecimento do debate entre fãs da teologia liberal e apologetas do cristianismo bíblico era líquido e certo.
E começa o combate. O pós-moderno lança seus jabs, rodeia, mas logo o cristão bíblico manda aquele pesado cruzado (de direita) no queixo da criatura. 8, 9, 10. Fim. O problema é que poucos assistem a luta. E a vitória, no plano cultural, a longo prazo, será, sim, do pós-moderno. Basta ver como estão nossas igrejas hoje. O aprofundamento da já assustadora flexibilização dos padrões doutrinários e de conduta dentro do evangelicalismo contemporâneo é resultado mais visível da propagação de idéias como as de McLaren, Bell, e assemelhados.
Quer um exemplo? Bem, aí temos as dezenas de blogueiros fazendo críticas ferozes aos cristãos conservadores, posando de maduros, sensatos, equilibrados, e claro, culturalmente antenados (oh, excelsa virtude!) enquanto dão links para blogs e sites pró-gayzismo, ONG’s ecofascistas, partidos pró-aborto e com agendas notoriamente anticristãs. Sempre, é claro, em nome do seu insuspeito “amor cristão” pela humanidade.
Não poderia haver “cristianismo” mais palatável aos promulgadores do secularismo radical. E claro, das elites políticas globalistas. Tudo do jeito que a ONU gosta...
Isto posto, resta-me afirmar: no debate intelectual, seja sobre soteriologia, seja sobre o “problema do mal” ou sobre a possibilidade de conhecimento da revelação divina (até isso McLaren põe em cheque), os tais emergentes sabem: para eles, não há chance. O que eles visam mesmo é a modelagem cultural. De livro em livro, de vídeo em vídeo... a longo prazo, como tudo o que é feito objetivando efeitos culturais sólidos.
Infelizmente, na mais recente polêmica suscitada pelo recém-lançado livro de Rob Bell, não vi nenhum teólogo mais conhecido lidar com tal questão, por contundentes e oportunas que tenham sido as refutações.
Gerando caos doutrinário, essas figuras corroem a credibilidade de doutrinas óbvias, consolidadas e fundamentais para vivência de um cristianismo autêntico, libertador, baseado no agir do Espírito, que gera o anseio por santidade e zelo acerca das verdades reveladas nas Escrituras.
Nota-se fenômeno semelhante quando se observa a conjuntura do atual combate cultural numa perspectiva mais ampla. Do velho e desgastado evolucionismo, ao alarmismo ecofascista, temos situação análoga: o debate acadêmico prossegue, mas o vencedor na disputa cultural já temos. Não importa o quão farsesca se mostre a cada dia a tese do aquecimento global. Qualquer chuva a mais ou a menos já é, para as mentes simples, resultado notório das tais mudanças climáticas antropogênicas.
Alguém aí dá crédito, de fato, a uma teoria como o desconstrucionismo de Derrida e de seus asseclas "pós-modernos"? Ainda assim, ela serve para emburrecer pelotões de acadêmicos. Outro caso, outra pergunta: quantas crises financeiras, quantas "bolhas" e recessões econômicas precisaremos ver e viver, e quantas lacunas lógicas e conceituais ainda precisam ser identificadas na teoria econômica de John Maynard Keynes para que se abandone de uma vez por todas o ímpeto intervencionista dos defensores do "welfare state", do "Estado-Babá", causa suprema de tantas tragédias e guerras no século XX?
Quase todas essas teorias da modernidade são mais valiosas aos revolucionários pela destruição que causam do que pela sua suposta capacidade de interpretar e descrever certos aspectos da realidade, quando de fato o fazem. E é dessa forma que devem ser observados os postulados de Rob Bell e Brian McLaren. Nada muito diferente do caso da tal “teologia” da “Missão Integral”.
As frentes de ataque ao cristianismo na esfera cultural são muitas, e a liderada pela dupla universalista me parece bem mais nociva à Igreja do que, por exemplo, a do neo-ateísmo militante de Dawkins, Harris, Dennet e Hitchens. Além de parecer muito mais uma disputa interna do que um ataque de infiltrados (e pode muito bem, ser, sim, e palmas para John MacArthur, que tocou na questão) não causam repulsa imediata da mesma forma que o gayzismo, por exemplo, causa. Mas, é claro, abre-lhe caminho, afinal, se o cristão despreparado, simples, começa a ouvir um ou outro lobo na pele de pastor dizendo que "ninguém vai para o inferno, o amor vence no final", estamos às portas de um “liberou geral” que terá na própria Igreja seu epicentro.
Vale destacar que em todo o Ocidente ainda estamos pagando um preço elevado, nas famílias, igrejas e instituições com o “liberou geral” dos anos 70.
Àqueles devotos de um suposto "equilíbrio" teológico ou intelectual, uma turma pusilânime da qual sempre desconfio, as velhas heresias de Bell e McLaren soarão como um "posicionamento interessante". E contará com vários adeptos instantâneos: aquele pelotão de cristãos já anestesiados com o pensamento deste século, que apóiam bovinamente a tudo que pareça "tolerante", "includente", ou politicamente correto. Enfim, aqueles cristãos vacilantes que a cada dia cedem um pouco mais para a cosmovisão moderna, sem a qual o reino do Anticristo não se legitima ante as massas, e que se tornam um nicho de mercado cada vez mais promissor para sofistas de fala mansa e teologia torta.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
"Responsabilidade social", ecofarsas e doutrinação ideológica
A atitude dos ambientalistas em relação à natureza é análoga à abordagem marxista relacionada à economia.
Václav Klaus
A incorporação ao movimento Nazista de temas ambientalistas foi um fator crucial para a ascensão deles à popularidade e ao poder estatal.
Peter Staudenmaier
Nos anos 1970, o mundo passará por períodos de fome generalizada - centenas de milhões de pessoas morrerão sem ter o que comer.
Paul Ehrlich, no bestseller "The Population Bomb" ( A Bomba Populacional).
Chego atrasado na aula. Sento-me, e, ante a fala da professora Susie Pontarolli, em poucos segundos sou levado a ser brutalmente honesto comigo mesmo e com meus colegas e me manifesto, não sem antes pensar: "há um só lado da questão sendo apresentado, e é direito assegurado na Constituição o ensino imparcial, com o máximo de perspectivas acerca do assunto sendo apresentados em sala de aula". O que era, para mim, para lá de previsível, dado o próprio nome da disciplina numa pós-graduação voltada a Business Education: "Responsabilidade Social e Imagem Corporativa".
Sim, previsível porque o pressuposto, a base de toda essa conversa de "Responsabilidade Social" é que a existência e a atuação das empresas não se legitimam pelo simples fato de elas gerarem renda e empregos, prestarem serviços, oferecerem opções de produtos e pagarem altos impostos ao governo. Para os entusiastas da "responsabilidade social", tudo isso não é o suficiente: a empresa deve se enquadrar nas exigências de ONG's que não geram nada disso, e aí, estão com os bolsos cheios de dinheiro, apontando o dedo e dando lições de moral para um empresariado cada vez mais acuado psicologicamente, que para não ser tachado de politicamente incorreto, acaba por cair na chantagem psicológica desses auto-proclamados descobridores e detentores da fórmula para um "outro mundo possível", no entender deles, "mais justo" e "sustentável".
Voltemos à aula da ativista Susie Pontarolli. Sim, ativista, pois quando expus à turma que eram óbvios os fatores que levaram o Instituto Ethos a ser considerado pelas Nações Unidas e outras dessas "lideranças globais" (que nunca receberam votos de nenhum cidadão do planeta) como um "caso de sucesso" e ter "um alto índice de respeito", ela disse: "me inclua nessa". E quem é "essa"? Bem, o Instituto Ethos foi idelizado por ninguém menos que o militante socialista e cumpincha do PT Oded Grajew. Sim, Grajew, a mesma figura nefanda que fundou o maior encontro global de entusiastas dos governos de Hugo Chávez, Fidel Castro, maconheiros, eco-fascistas, abortistas, gayzistas e congêneres: o Fórum Social Mundial.
Para quem não sabe, o Fórum Social Mundial é financiado por duas das mais influentes fundações multimilionárias junto à ONU e grupos globalistas: as fundações Ford e Rockefeller. Portanto, infere-se o elementar: o prestígio de Grajew se dá pelo fato de que quem lhe atribui relevância recebe grana, influência e meios para ação das mesmas fontes, pois os vínculos entre tais fundações, ONU e outros componentes da máfia globalista estão muito bem documentados. Ainda assim, se você falar, nessa bolha de desinformação chamada Brasil, que há uma rede global a fim de redesenhar as estruturas institucionais e políticas do planeta de acordo com suas fixações ideológicas, logo vem um bobalhão desinformado te dizer: "ah, isso é 'teoria da conspiração". E as aulas das milhares de Susies Pontarollis espalhadas mundo a fora serão tidas como isentas, imparciais e equilibradas.
Tão "equilibrada" era sua aula que, se não fosse eu lembrar de fatos como a Petição do Oregon, na qual mais de 17 mil cientistas manifestaram-se contrários ao alarmismo eco-fascista, e de declarações de cientistas como Claude Allegre e Paul Crutzen, todas as previsões que ela apresentava, mostrando dados da ONG WWF, seriam encaradas como incontestáveis. Falei, mesmo não dominando por completo o assunto, da mera impossibilidade metodológica para se fazer cálculos como fez o Clube de Roma na década de 70, cujos relatórios apontavam para as duas décadas seguintes o esgotamento total de vários recursos naturais do planeta. Eu disse que eles quebraram a cara, e que os globalistas fizeram um novo reagendamento. Termo que ela mesma repetiu, com cara de "como-é-que-esse-cara-sabe?": "sim, reagendamento". Prossegui falando dos estudos de Pascal Bernardin e do atual presidente da República Tcheca, Václav Klaus, incisivos ao afirmar a sanha totalitária e comunista dos "verdes". Esqueci-me, infelizmente, de citar Mikhail Gorbachev, fundador da Cruz Verde internacional, que confessou ser a ecologia a nova estratégia socialista, com todas as letras. Quando o assunto foi o alicerce epistemológico das teses dos climatólogos e dos alarmistas, instaurou-se a confusão. Como a maior parte dos alunos nem sequer sabe (e o pior, nem quer saber) o que é epistemologia, afirmei que, sem esse debate prévio, a aula estaria reduzida à mera propaganda de um dos lados de uma questão polêmica.
Susie Pontarolli teve de recuar, dizendo que apresentava apenas uma perspectiva do assunto. "Vamos ver, de acordo com esse enfoque, a WWF blá blá blá..." Mas logo retornava a afirmar como verdade cabal todos aqueles dados. Não sem papagaiar um dos clichês mais engraçados vindos das bocas "verdes": que, por dia, mais de 100 espécies de animais são extintas, na maior parte, espécies nunca catalogadas. Aí eu perguntei: - professora como é que se contabiliza o que não se conhece? Alguns riram, e após citar o absurdo, ela logo buscou alicerce na lógica mais basilar: "o fato é que os recursos são finitos". Polido, segurei um "ah, não brinca!"
No restante da aula, loas a Betinho, a WWF e à tese da tal "pegada ecológica", que a própria professora assumiu que não entendeu a fundo, videozinho com depoimento e mais elogios rasgados a Grajew e ao Instituto Ethos, fora dar por inquestionável a credibilidade da ONU. Na apostila, só aquele consenso entre impostores como Leonardo Boff, James Lovelock, Fritjof Capra, etc.
Nada de contrapontos, nada de críticas, e quando apresentei algo nesse sentido, "fiquei travando a aula" como me disse um colega no intervalo. Mas propaganda não é aula, nunca foi. E dentro da sala de aula, é ilegal.




