Mostrando postagens com marcador feminismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador feminismo. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Sempre eles

A condenação radical do conhecimento histórico e filosófico deve ser identificada como um fator importante em nosso ambiente político-social, porque aqueles que a ditam não podem sequer ser chamados de impostores intelectuais – seu horizonte de consciência é por demais limitado para que estejam conscientes de sua desonestidade objetiva. Devem, portanto, ser caracterizados como analfabetos funcionais com uma forte ânsia de autopromoção.
Eric Voegelin


No dia 22 de agosto o projeto de lei de "democratização da mídia" será lançado no Congresso Nacional. A apresentação da proposta, intitulada como “de iniciativa popular” já está sendo trabalhada e articulada com toda a vasta rede de militantes, ONG´s (Intervozes, Andi, e outras, financiadas também pelo banco Itaú), tentáculos para-partidários de que o PT e a elite globalista dispõem. Sabe-se o que querem: é o velho sonho do Zé Dirceu, o controle da mídia. Quem leu Orwell sabe que para essa turma “guerra é paz”, e neste caso, “democracia é controle”. Não se pode esquecer o que foi a Confecom e o chiste de Millôr Fernandes: “democracia é quando eu mando, quando você manda, é ditadura”, o que podemos considerar uma boa síntese da mentalidade esquerdista. Lá vêm eles de novo. O PT e seus comparsas. Graça Salgueiro destaca que o controle da mídia foi o assunto mais debatido no último encontro do Foro de São Paulo, realizado há poucos dias. E as FARC já afirmam que apóiam tal controle.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

A nova Geni

O neopentecostalismo e a teologia da prosperidade são a nova Geni. Feitos para apanhar, bons de cuspir. Só num ambiente onde impera a tosquice e a desonestidade intelectual trataria-se o neopentecostalismo como um fenômeno homogêneo, uniforme, desprovido de diferenças gritantes e essenciais entre alguns de seus elementos – no caso, denominações evangélicas – que são abrangidos pelo conceito. E o pior: pessoas que reconhecem, em algum momento, a diversidade do neopentecostalismo, quando o criticam, atacam-no como um todo: “o neopentecostalismo”. Maldita Geni! Não há como perceber que há aí, em muitas situações, uma motivação ilegítima, baseada não só na promoção da denominação que representa, por parte do criticastro, como num sentimento de superioridade intrínseca à tudo aquilo que dela não se aproxime.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

O globalismo ocidental e o “espírito crítico”

Já está exaustivamente documentada, e até com uma boa quantidade de confissões, a articulação, em pleno andamento no Ocidente, para criar um governo mundial. Ao se ter contato com as obras de Antony Sutton, Gary Allen e outros autores, sabe-se que o processo já dura mais de um século. Fatos como o apoio financeiro de Wall Street à Revolução Russa e o gordo patrocínio de fundações internacionais como a Ford e a Rockefeller a insanidades como o Fórum Social Mundial e a ONG’s abortistas, gayzistas e feministas raivosas bem evidenciam que os esquemas mentais para interpretar a realidade que a esquerda hegemônica faz prevalecer no ambiente cultural não passam de ferramentas para ocultar o processo todo.

Com poucas exceções, quase tudo do que se entende hoje como “terceiro setor” foi criado justamente para dar legitimidade pública a esse plano. Adornando-se com atuação filantrópica doutrinadora, as ONG’s aliançadas nessa rede disseminam slogans e “significantes vazios”, termos-chave usados justamente para criar demandas públicas, e dar ares de cientificidade, relevância, e nobreza de intenções para táticas específicas de modelagem cultural, social, e, por fim, jurídicas e políticas. Sempre conforme requeira o momento, sob a ótica da estratégia de dominação cultural, como explicou o teórico comunista Ernesto Laclau, inventor do truque manipulatório.

domingo, 23 de setembro de 2012

De volta ao lar, de volta à realidade

Publicado no Gospel Mais.

É sempre interessante ter contato com as lições de quem dedicou muito tempo estudando uma determinada teoria e se tornou capaz de explicá-la e analisá-la em seus detalhes. Coisa distinta, porém, é conhecer o testemunho de  alguém que manteve um contato não apenas “técnico” e distante com esta teoria, conjunto de convicções ou ideologia, mas que fez ou faz destes enunciados o norte para sua vida, neles busca respostas às questões existenciais mais profundas, e com eles determina seu padrão de conduta, suas respostas a situações diversas e seus objetivos maiores. Diz mais sobre um conjunto de convicções quem as vive com intensidade, quem mergulha sua alma naquilo que professa.

Por isso os relatos de pessoas que passaram por reviravoltas na dimensão intelectual e espiritual de suas biografias  é algo enriquecedor, sendo inúmeros os exemplos na história da ideias, da filosofia e da teologia. As melhores mentes sempre estiveram em busca de respostas. Para elas, ampliar a visão e a consciência sempre foi um dever moral. O relativismo só satisfaz aos frívolos. Grandes mentes sempre almejam respostas  no mínimo satisfatórias para suas indagações.

domingo, 9 de setembro de 2012

De machorras militantes e mal-amadas no mercado

O feminismo está vivo e ativo como nunca antes. Não só devido a era Lula, em que as menicuccis, lionças, “vadias” e outras lésbicas comunistas interagem em postos do governo federal, marchas, articulações inter-ONG’s para lobbies políticos (o que chamam de “debate com ‘sociedade civil organizada’”) e para captar recursos de fundações globalistas para suas instituições. Além desse feminismo militante que apóia tudo o que não presta, como o aborto, a dissolução da família vide “casamento” gay e o controle da mídia, e que falando por décadas em igualdade fez as mulheres tornarem-se funcionárias da construção civil, por exemplo, há um outro, difuso, sutil, e que adentra até mesmo a cabeça das mais piedosas das mulheres cristãs.