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terça-feira, 25 de março de 2014

(Ainda!) Jean Wyllys no Mackenzie

Publicado no blog do Julio Severo em 14/02/2014.

Já que o trololó, onze meses depois, ainda rende, vou comentar: chega a ser cômico pensar que
um evento na maior universidade evangélica do país, com o mais raivoso supremacista gay do país, foi abafado pela liderança desta universidade, e que esta liderança estava com a consciência limpíssima quanto à presença do anticristão lá dentro.
Para piorar, quem debateu com o supremacista gay era de uma organização (Anajure) da qual o então chanceler da universidade no episódio, Augustus Nicodemus Lopes, ainda faz parte, e que estava em plena fase de divulgação massiva de seus trabalhos.
Para piorar ainda mais o vexame todo, o Mackenzie até hoje não publicou uma nota a respeito. Na ocasião, o máximo que a grandeza moral dos envolvidos e de quem quis tomar parte no mico os permitiu foi caluniar Julio Severo e tentar desviar o foco da questão por meio de recadinhos e indiretas via Facebook e Twitter.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Sobre a acusação do vigarista Thiago Lima Barros


(A acusação dele 
está aqui. Meu artigo ao qual ele se refere é este. Sim, é um texto de junho de 2011. Sim, somente agora, em agosto de 2013, ele resolveu dar chiliquinho. Viram com quem estou lidando? Pois é. Aí tem? Tem! E não se pode esquecer da análise que Olavo de Carvalho fez das acusações de Thiago Lima Barros contra Julio Severo.)

Em meu artigo, cito o cara diretamente e por repetidas vezes ao longo de cinco parágrafos, contestando toda a lorota escrita por ele, deixando bem claro a todos que Thiago Lima Barros é um sofista, um enrolador, um esquerdista desonesto intelectualmente, e o que ele faz? Se atém a um parágrafo lá no fim do texto - quando se passaram mais de 1.300 caracteres da última vez em que citei o nome dele -, para posar de vítima. Para ele, eu “insinuo”. Será mesmo? Restaria-me dizer que ele insinua que eu insinuei, certo?

Tudo isso para se aparecer, tentar emular uma réplica e se esquivar de provar onde está o “caudal de inverdades” que eu teria escrito.

O mais engraçado da situação toda é que ele pensa que todo mundo lê tão mal quanto ele.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Confissão espontânea

A entrevista concedida por Julio Severo à revista Cristianismo Hoje é histórica. Mostra de que lado está boa parte da imprensa sedizente evangélica no país. Para mim não foi surpresa. Desdenhando do posicionamento de Julio Severo, e não levando em conta suas denúncias e a importância dos temas que ele trata, confessaram muito daquilo que denuncio a respeito da mídia cristã e de muitos líderes da igreja no país. Resumo, em termo brandos: o bom-mocismo perante inimigos e falsificadores do Evangelho, e a postura subserviente aos ditames pós-moderninhos, politicamente-corretos e anticristãos hegemônicos. E claro, a superficialidade intelectual.

Não, queridos, o problema não é só do entrevistador. Nada sai numa revista sem a anuência de seu conselho editorial. Vale a pena ver quem são essas pessoas, e ficar cada vez mais atento com o que escrevem ou permitem que seja publicado. Bem, convenhamos... não dá para esperar muito de quem enche a bola de Brennan Manning, de Philip Yancey, o chefão da franquia, Ed René Kivitz e Rick Warren.

É bom ressaltar que esse pessoal possui imensa influência em editoras, universidades, seminários e grandes denominações. Conheci pessoalmente um dos atuais membros do conselho editorial da Cristianismo Hoje: Mark Carpenter, presidente da editora Mundo Cristão, e junto a ele, na ocasião, o atual editor da revista, Marcos Simas ex-proprietário da editora Textus, que tempos atrás se tornou “selo” da Mundo Cristão. Para ser sincero, pareceram-me cristãos sérios, e nada vi que apontasse neles descompromisso com o cristianismo bíblico. Mas aí ocorrem episódios como esse, evidencia-se o perfil da maior parte dos colunistas da publicação, problemas teológicos graves nos livros publicados, e a confessa admiração por autores como Brennan Manning. Fatos a deixar qualquer pessoa que creia na inerrância e na infalibilidade das Sagradas Escrituras, no mínimo, em alerta.

Simas e Carlos Fernandes, jornalista que assina a publicação e entrevistou Julio Severo, já trabalharam com Caio Fábio na antiga revista Vinde. Fica difícil, convenhamos, dissociar a forma com que Severo foi tratado de tais antecedentes.

Dos blogs, conheço outro do conselho editorial: o marqueteiro Volney Faustini, esquerdista e entusiasta da obra de caras como Robinson Cavalcanti e outros liberais teológicos. E lamento ao lembrar que Billy Graham havia originalmente fundado a Christianity Today como alternativa para uma revista evangélica “liberal” (leia-se adepta de ideologias coletivistas e de liberalismo teológico). Infelizmente hoje revista está cada vez mais parecida com o que Billy Graham desejava combater.

Fica aí o exemplo do que sempre comento aqui no blog, não sem críticas e “argumentos” contrários.

Depois as pessoas ainda se espantam do pouco peso que a igreja brasileira exerce sobre os rumos do país.



Leia também:
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Esquerda, Direita e Cristianismo
Política à luz da Bíblia