terça-feira, 25 de março de 2014

(Ainda!) Jean Wyllys no Mackenzie

Publicado no blog do Julio Severo em 14/02/2014.

Já que o trololó, onze meses depois, ainda rende, vou comentar: chega a ser cômico pensar que
um evento na maior universidade evangélica do país, com o mais raivoso supremacista gay do país, foi abafado pela liderança desta universidade, e que esta liderança estava com a consciência limpíssima quanto à presença do anticristão lá dentro.
Para piorar, quem debateu com o supremacista gay era de uma organização (Anajure) da qual o então chanceler da universidade no episódio, Augustus Nicodemus Lopes, ainda faz parte, e que estava em plena fase de divulgação massiva de seus trabalhos.
Para piorar ainda mais o vexame todo, o Mackenzie até hoje não publicou uma nota a respeito. Na ocasião, o máximo que a grandeza moral dos envolvidos e de quem quis tomar parte no mico os permitiu foi caluniar Julio Severo e tentar desviar o foco da questão por meio de recadinhos e indiretas via Facebook e Twitter.
Bem, as tietes dos saltimbancos mackenzéticos podem acreditar no que quiserem. Até na cessacionística infalibilidade nicodêmica. Só não venham chamar quem vê o óbvio de imaturo. O curioso é que ainda hoje os mui maduros chiliques do apaixonado mackenzismo se voltam constantemente contra Julio Severo, atribuindo-lhe, de forma puramente subjetiva, posições teológicas e sentimentos que ele nunca defendeu ou expôs. Calúnia porca e descabida, tudo em nome da “compaixão” e da “cosmovisão bíblica”. Sei. Já na hora de peitar os gayzistas de forma honesta e cristã, essa turma amarela e grita: “ah, universidade não é igreja”. Alto lá! Mas esta universidade é de uma igreja. É da IPB. Que tem todo direito de saber quem anda por lá insultando, acusando e intimidando, com toda a fúria revolucionária, os... presbiterianos. O fato é que os membros da IPB só foram informados do episódio dias depois por um não-presbiteriano: Julio Severo, que, tanto na ocasião como agora, tem sido caluniado sistemática e covardemente pelo ressentido pelotão das tietes.
Ainda hoje não há prova alguma de que os evangélicos, e em especial, os membros da IPB, seriam informados da presença de Jean Wyllys no Mackenzie, se não fosse Julio Severo tocar na questão dias depois, mostrando documentos e com relatos de testemunhas.
E não me venham dizer que não tem caroço neste angu.

Comentário de Julio Severo:

O presente artigo é uma refutação ao site Teologia Brasileira, que está defendendo a polêmica de Jean Wyllys na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Se fosse possível fazer tal defesa, seria igualmente possível desculpar a presença de
Luiz Mott no maior centro teológico luterano da América Latina. Ficaria fácil também desculpar a realização de um grande evento evangélico esquerdista no Mackenzie recentemente. Há também um texto da Maya Felix sobre esse episódio do Teologia Brasileira e Mackenzie. O título é: “Censura: a ambição de certos grupos evangélicos.” Seja como for, o Teologia Brasileira, na sua forma estranha de cosmovisão cristã e combate cultural, acha mais “teologicamente correto” defender Jean Wyllys no Mackenzie e atacar Marco Feliciano, conforme a matéria “Quem salvará a vítima cristã sem especular sobre suas motivações? Teologia Brasileira afirma que Marco Feliciano ‘se diz perseguido,’ e Uziel Santana concorda.”


2 comentários:

Matheus Mendes disse...

Discutia a questão do Mackenzie sexta-feira. Nem entrei no mérito da participação do Jean Willys, até por não ter acompanhado o caso.

Mas, realmente, só para começar, houve o argumento de que os alunos é que organizaram o debate.

Depois foi dito que não havia problema nenhum, até porque Universidade não é Igreja. (Então pera lá: a primeira versão não foi uma tentativa de se eximir da questão? Que a coisa ficou esquisita, ficou.)

Se houve um debate minimamente decente ali eu não sei. Mas nós sabemos que figuras estranhas perambulam pela IPB (a igreja mesmo), como o Ariovaldo Ramos.

A coisa anda cada vez pior.

(https://www.facebook.com/jorgefernandes.isah/posts/693095050737132)

Hélio Bandeira disse...

Quando o "papa Nicodemus" disse que não sabia de nada, me veio na mente aquele velhíssimo mas sempre atual ditado popular: isso é conversa pra boi dormir. Um abraço!